Isis Valverde voltou a comentar sobre o processo trabalhista movido por uma ex-cozinheira que trabalhou em sua casa por cerca de sete anos. A ação repercutiu após virem à tona alegações de jornada excessiva de trabalho, acúmulo de funções e um pedido de indenização de R$ 385 mil.
Diante da repercussão, a atriz, internada recentemente por alergia ao glúten, negou qualquer irregularidade e afirmou que sempre manteve a relação profissional com a ex-funcionária dentro da legislação. A declaração foi dada durante entrevista ao repórter Rodrigo Assis, do programa 'Fofocalizando', do SBT.
"Eu nunca agi fora da lei, eu sempre agi dentro da lei, respeitando as pessoas, os direitos das pessoas. Essa pessoa trabalhou pra mim há cinco anos. Então, eu acho que respeito a todos, eu não tenho nada mais a adicionar a esse assunto", declarou Isis Valverde.
Em junho, Isis Valverde, no ar como Suelen na reprise de 'Avenida Brasil', na TV Globo, já havia se pronunciado sobre o assunto nas redes sociais. Na ocasião, a atriz revelou que as informações divulgadas eram "infundadas e distorcidas".
"Nos últimos dias, tenho visto interpretações e afirmações sobre mim que não são verdadeiras. Acima de tudo, que fique claro que tenho absoluto respeito pelas pessoas e pelos seus direitos. Jamais agiria diferente em relação a isso. Por isso, considerei importante me manifestar nesse momento", iniciou Isis.
A atriz acrescentou: "Eu respeito a opinião das pessoas, mas não acredito nesse formato baseado em acusações e afirmações infundadas e distorcidas. Decidi que vou seguir confiando que a verdade sempre encontra o seu caminho. E aproveito para agradecer a todos que me mandaram mensagens de carinho".
Segundo a ação trabalhista, a cozinheira afirma que trabalhou na residência de Isis Valverde entre 2014 e 2021 e cumpria jornadas de até 12 horas por dia, de segunda a sexta-feira, com apenas 20 minutos de intervalo para almoço. A ex-funcionária também alega que exercia atividades além daquelas previstas para sua função.
De acordo com o processo, o salário teria começado em R$ 1,5 mil e chegado a R$ 2,5 mil ao longo do período de 7 anos em que permaneceu empregada. Portanto, com base nessas alegações, ela pediu uma indenização superior a R$ 385 mil.
O advogado Ricardo Brajterman, responsável pela defesa de Isis Valverde, contestou a versão apresentada pela ex-funcionária ao portal LeoDias e afirmou que o caso foi encerrado por meio de um acordo judicial. Segundo o defensor, as partes chegaram a um acordo no valor de R$ 30 mil.
No entanto, de acordo com informações divulgadas pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia, o pagamento teria sido dividido em seis parcelas de R$ 5 mil.